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Líder Precisa-se

Ao longo da nossa existência somos marcados por muita gente que, em dada altura, fizeram parte da nossa vida, do nosso dia a dia, positivamente ou negativamente.
Os professores ensinam-nos e ajudam-nos a tomar decisões, a traçar o nosso futuro e eu tive a sorte de encontrar excelentes instrutores, que lembro com saudades e que foram exemplos para mim.
Os chefes são, também, pessoas que, mais tarde, acabam por construir a nossa atitude perante o trabalho e devem ter essa noção, utilizando o estilo de gestão apropriado para criar, dentro da empresa, um ambiente saudável que se traduzirá num aumento de produção e num absentismo nulo.
Nem todos nascemos para chefiar, muitos de nós nunca o saberá fazer mas, também, nunca o quererá fazer. Geralmente temos a noção da nossa capacidade para a liderança, mas, há quem não tenha e aí sim surge o problema, para a empresa e para os empregados.
Educação, respeito por ele e pelos outros, valorar a criatividade, auto-estima, simplicidade, linguagem clara e inteligência é essencial para se conseguir ser um líder, na minha perspetiva.


A RTP emitiu uma excelente reportagem “Chefias Tóxicas adoecem empregados e empresas” que espero que sirva para que muitos chefes se examinem e reconsiderem a sua postura.  Nós agradecemos. 

Comentários

Fê blue bird disse…
"ser chefe não significa ser autoritário ."

Pois é amiga, infelizmente há um culto de ser chefe complemente errado, e obviamente que uma empresa com um líder mau, não pode ter bons resultados e os empregados sofrem com isso.

Um beijinho

✿ chica disse…
Há chefes que se ACHAM!!! E esses deveriam refletir e repensar seus atos! Cada um!!! bjs, chica
Há tanto tempo que não vinha por aqui...

E logo venho desancar
nesse programa que também vi por azar

Só três notas:
- mais de 90% das empresas portuguesas têm menos de 9 empregados, e o líder é o dono. Logo, o problema é outro (salvo no empreendedorismo...)
- das restantes, nas média empresas as chefias são da confiança do dono. Logo, o problema é outro
- nas grandes e nas enormes a taxa de sindicalismo é fraca. Logo, o pessoal bate a bola baixa.

Para fechar: a reportagem esconde uma grande lição,
se abundam as chefias tóxicas a culpa é do patrão
A Lisboeta disse…
Liderar, ao contrário do que muitos pensam, não é nada fácil. E não é sinónimo de mandar, como muito boa gente faz...
Mary Brown disse…
Fê o problema é que em Portugal o chefe não sabe o quanto é importante o seu cargo para o incentivo de um empregado. Para mandar é preciso saber e não chega estar-se no cargo é preciso saber-se estar. Acham, a maior parte deles, que estão acima de tudo e todos e não é assim.
Beijinhos
Mary Brown disse…
Acham-se chefes mas isso não chega, não é Chica? Beijinhos
Mary Brown disse…
Rogerio este blog não pretende ter apenas a minha opinião, se assim fosse não tinha os comentários abertos.
Eu também estive muito tempo ausente.
Eu vejo pouca TV portuguesa porque, quando posso ver, só encontro novelas e reality shows mas, pelo vistos também existem bons programas. Foi assim que considerei esse, apesar de apresentar parte da realidade, já que abordou mais chefes de empresas bem sucedidas. Devia dar exemplos, também, de empresas com maus chefes e as consequências da sua má gestão.
Não se esqueça que em Portugal há outro tipo de empresas, as públicas e aí o chefe não é da confiança do patrão, não é?
Infelizmente o pessoal bate a bola baixa não porque não está sindicalizado mas porque há uma taxa baixa de empregos em Portugal e uma taxa altíssima de desempregados. Infelizmente, também, além dos empregados não saberem quais são as leis laborais os chefes também não as conhecem. Uns por uma razão, outros por outra, ambos precisavam de estar mais informados.
Resumindo, este tema tem muitos pontos que podiam ser tocados, as chefias tóxicas existem, não interessa aqui mencionar o responsável delas, põem, sem dúvida, empregados e empresas, públicas ou privadas, doentes.
Ao contrário de si achei uma óptima reportagem porque abordou um problema enorme e pouco falado nas empresas portuguesas.
Mary Brown disse…
Lisboeta como muitos fazem e pensam. Obrigada pelo comentário.
Breathtaking disse…
Hello Brown Eyes,:) What you say, is so true. I have seen this TV program, and feel that lessons could be learned from viewing it, but I guess it all comes down to character in the end. The boss should be aware of what is happening in his or her company, and if he/she is not aware, should be made aware, by a regular meeting of minds which could solve the problem of a bad foreman, when both employer and employees can sit down together and discuss anything that is troubling them, and both would benefit. I'm not meaning a union, just reasonable people working together in the best possible way to achieve results for the good of the firm and everyone concerned. I do know that this can work from personal experience.
Have a great weekend!:) Kisses.
Mary Brown disse…
Breathtaking
I agree with what you say but bad bosses, not dialogue, think they know everything and to think they put the wrong willing workers is meant more power. The bad bosses do not know even communicate. They are people who lack self esteem and have no confidence in them and therefore do not promote dialogue and not like that there is harmony, I would say to friendship between workers.
Kisses and thank you.
Briseis disse…
Comecei a trabalhar há quase 10 anos e, nesta mais ou menos curta experiência, já vi como pode ser complexo um ambiente de trabalho. A toxicidade emerge nas relações humanas por ser tão difícil o equilíbrio e a assertividade. Sei de chefes que são umas autênticas bestas e de outros que, apesar dos esforços, vêm a sua autoridade minada por funcionários que são apenas mesquinhos com as costas quentes e uma cunha sólida. No geral, tudo o que são relações humanas é um domínio complexo e, no domínio do trabalho vemos pequenas tiraniazinhas e frustrações serem descontadas sem controlo sobre quem calha...
Mary Brown disse…
B vou começar por dizer que as cunhas nunca deviam existir numa empresa, quer na colocação de um chefe quer na colocação de empregados, teríamos ambientes de trabalho muito mais sãos. Todos devíamos estar lá por mérito e isso óptimo para a empresa e para as relações humanas. Como há cunhas, à partida, ficam, imediatamente, minadas as relações porque há sempre quem queira pagar o favor que lhe fizeram. Não sei se já tiveste oportunidade de trabalhar só com homens e acredita que é muito mais saudável. As mulheres, principalmente se há muitas e com pouca auto-estima e frustradas(como tu dizes), provocam um ambiente que pode ser muito doentio. E se têm habilitações e categorias inferiores à tua, então prepara-te!
Felizmente já encontrei verdadeiros dirigentes e óptimos colegas de trabalho o que é cada vez mais difícil porque a competitividade "doentia", hoje, faz parte do nosso dia a dia.
Beijinhos
Márcia disse…
Oi amiga!
Obrigada pela visita ao meu cantinho.
Um lindo fim de semana.
Bjus

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