O fim do
silêncio, publicado em 11 de Novembro de 2010, onde perguntava, em relação
à retirada de órgãos de um dador quando ele ainda tem o coração a bater, como
pode alguém, extrínseco a nós, medir a nossa força de vida? Sim porque acredito que os milagres estão ligados à vontade que temos de viver. Além da
doação de órgãos abordava também outro tema que me preocupa, o coma, o chamado
estado vegetativo em que alguns entram e que levam os médicos a declara-los
mortos. Referia, então, alguns casos destes em que, passados anos, os doentes recuperavam.
Todos os que não conhecem o texto leiam-no para perceberem melhor o que aqui fica dito.
Hoje o “Jornal Público” publicou
uma notícia que ajudará, com
certeza, a dar voz a este silêncio e a fazer-nos reflectir se, algum dia, o
destino nos impuser uma decisão.
Scott Routley apresentava características de um
doente em estado vegetativo, depois de um acidente, há doze anos mas, conseguiu
comunicar, através de exames de ressonância magnética …