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A Atlantida e o Triângulo


Platão, nas obras "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida, foi o primeiro a referir este paraíso perdido: Atlântida. Seria uma ilha de extrema riqueza vegetal e mineral. Foi destruída por um desastre natural, 9000 anos A.C. Dizem, as lendas, os mitos, que os habitantes deste continente ou ilha perdida eram mais evoluídos que os outros povos e, prevendo a destruição, emigraram para África, sendo os antigos egípcios descendentes dos atlantes. As histórias, sobre esta civilização, são muitas como muitas são as localizações atribuídas mas aquela que mais me fascina é, sem dúvida, o Triângulo das Bermudas. Além do encantamento são os desaparecimentos naquele lugar, de navios e aviões, inexplicáveis, que me levaram a aceitar esta, mais que outra, localização.
Este triângulo, conhecido também pelo Triângulo do Diabo, localiza-se no Oceano Atlântico entre as ilhas Bermudas, Porto Rico e Fort Lauderdale (Florida). Por lá dão-se desaparecimentos com explicações sobrenaturais. Há por aqui um distúrbio magnético da Terra que tem ocasionado histórias misteriosas fabulosas. Explicações para tais desaparecimentos: extraterrestres, resíduos de cristais da Atlântida, humanos com armas antigravidade ou outras tecnologias, vórtices da quarta dimensão, and so on.
Li, há algum tempo, algumas histórias sobre o Triângulo, onde as bússolas deixavam de funcionar, onde existe uma distorção do tempo a ponto de alguém ter estado desaparecido durante anos, para ele minutos, que encontrou o lar já ocupado por outro por ter sido dado como morto. Histórias e mais histórias de encantar, para mim que me sinto magnetizada por mistérios.
Porque fui agora buscar a Atlântida e o Triângulo das Bermudas ou do Diabo? Porque quando ouvi a história do avião da Air France, desaparecido no Atlântico relacionei-o, automaticamente, com os desaparecimentos no Triângulo, onde muitos dizem ter estado localizada a Atlântica.
Nos desaparecimentos anteriores nunca foram encontrados restos. Alguém que investigou o desaparecimento do vôo 19, acontecimento datado de 5 de Dezembro de 1945, disse:
“Eles sumiram tão completamente como se tivessem voado para Marte.”
Esta frase parece-me ser aquela que melhor ilustra o desaparecimento do avião da Air France. Esperamos todos que estejam em Marte.


Brown Eyes

Comentários

Mulher a 1000/h disse…
Engraçado como quando ouvi falar do "desaparecimento" deste avião, também me passou pela cabeça algo muito semelhante com isso! São mistérios que intrigam, mas ao mesmo tempo assustam, porque nos deixam impotentes! Secretamente desejo com o meu lado mais racional, que se encontre o avião, para me deixar destas cismas! But, we never know! =) Tinha saudades de te ler no teu cantinho!
Brown Eyes disse…
Mulher a 1000/h em primeiro lugar quero agradecer-te o carinho que senti no teu comentário. Depois vou confessar-te um segredo: não convivo bem com a morte, não a minha, a morte dos outros. Como diz Manuel de Oliveira provoca-me angústia. É o único mistério, a morte é um mistério, não sabemos que acontece depois de sermos dados aqui, neste mundo, como mortos, que não me fascina, provoca em mim uma angústia, um vazio insuportável. Quando conhecemos alguém, com quem convivemos e até simpatizamos e morre arrancam-nos um bom bocado. Há pouco tempo vivi duas mortes que me tocaram bastante. Uma delas tinha um aninho. Passei com ele o último dia da sua vida. Um dia escreverei um post sobre ele, um ser que me deixou um vazio enorme quando partiu. Ainda hoje não consigo compreender o porquê. Tinha uma vida pela frente, rodeado de tanto amor, era feliz. Por todos estes sentimentos prefiro aceitar o impossível como provável para explicar o desaparecimento, deste mundo, de alguém. Nada nos pode deixar mais impotentes que a morte,por isso, prefiro, e a família deles se calhar também, que estejam em Marte. Assim a esperança de voltar a ver alguém que partiu continua e, havendo esperança, não há desespero, há vida. O Ser Humano agarra-se a qualquer coisa que lhe possa dar ânimo, que o possa fazer esquecer as dificuldades, os tais espinhos, da vida. Voltando agora ao avião, esquecendo a morte, pensando apenas na localização do desaparecimento e nas várias histórias sobre o assunto. Já li muito sobre este mistério e que todos os desaparecimentos são estranhos é uma realidade. Quando acontece com barcos eles têm aparecido intactos, apenas os marinheiros desaparecem. Se fosse tempestade haveria um naufrágio e aí estariam destruídos, se fossem roubados haveria sinais disso. Não há. Enfim...Talvez um dia conheçamos na totalidade a explicação, enquanto isso vamos imaginando uma, mesmo que não consigamos comprova-la. Um BJ
Mulher a 1000/h disse…
Nâo te vou negar... a morte também me incomoda! E muito... principalmente quando se trata da morte de alguém, que amamos e nos faz falta... mas é curioso como é a única coisa que temos por certa na vida e todos se recusam a pensar e a falar sobre ela! Realmente com outras explicações, que não a pura e simples cientificamente aceite, de que deixamos de existir, talvez seja mais fácil de aceitar. Mas quase nunca é! Lamento as tuas perdas! Muito... ninguém devia perder alguém assim... mas a vida é mesmo assim. Uma sucessão de nascimentos e mortes! E como não pedimos para nascer, nem sabemos quando vamos morrer... o melhor é mesmo ir vivendo!
Quanto a esses mistérios, assustam-me de morte! Parece ridículo, mas é verdade! Mais uma vez, obrigada pelas tuas palavras e pelo ameno diálogo! ;)
Gingerbread Girl disse…
Desde miúda que me fascina o Triângulo das Bermudas... aliás, devo ter num dossier algures em casa dos meus pais uma colecção de artigos sobre isso. Saíram durante uns tempos no Correio da Manhã, aos Domingos... e eu mal podia esperar pelo próximo Domingo em que o meu pai ia comprar mais um jornal.
Até meti tudo naquelas folhas que são capas de plástico, para não se estragar. LOL :x
Tocou-me particularmente o relato de um navio encontrado, em que a comida ainda estava quente nos pratos... e tudo se encontrava em ordem... mas a tripulação tinha desaparecido TODA! :s Este género de histórias (verdadeiras ou não) preenchiam o meu imaginário de criança e marcaram uma parte da minha vida... vá-se lá saber porquê. =P


kiss*
Brown Eyes disse…
A mim este mistério também sempre me fascinou e fascina e sempre que encontro algo de novo sobre o assunto devoro. O porquê? Também não sei. Será o mistério? Por exemplo os ovnis nunca me disseram nada e também é, ainda hoje, um mistérios. Beijinhos

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