Já foram tantas as tentativas para entraem na minha conta! Imensas. Deixem a minha conta em paz, a minha vida idem, esqueçam que existo. Já me imaginaram a preocupar-me convosco? Claro que não. Sei que vocês têm telhados de vidro, senão não se preocupariam com aquilo que não vos pertence. Tenham calma. Tudo chegará a seu tempo e o que vos pertence talvez chegue antes do que esperam. Não me dêem tanta importância. Esqueçam-me. Que insistência e que alfabetismo informático. Aind não conhecem as regras? Que tal tirarem um cursito, daqueles pequeninos, que ensinem o abecedário. Força, para o curso, claro, e arranjem um part-time. Boa viagem.
Hoje não tenho a mesma visão que tinha da violência doméstica. Antes as discussões dentro de um lar, para mim, eram apenas isso, discussões. Não dava importância às mesmas. Nessa altura as pessoas punham as suas diferenças ou desentendimentos apenas por palavras com um som mais elevado, ou não, não passando à prática, violentando o outro. Assisti a algumas discussões e tomei partido da vitima, sem medo das consequências. Atualmente a violência doméstica é uma realidade brutal e quem assiste não deve ter dúvidas e deve chamar imediatamente as autoridades, antes que alguém seja brutalmente agredida ao ponto de não haver retorno. Esta noite não consegui descansar. Ontem, pela tarde, comecei a ouvir portas a bater, com uma força brutal. Não dei grande importância porque não há respeito pelo próximo e muito menos pelo material. O tempo foi passando até que foi lançado louça com grande brutalidade. Levantei-me e fui "cuscuvilhar" de onde vinha esse barulho e o que se passava. Era v...