Quantas vezes já ouvimos esta frase? Não são dezoito, vinte e dois ou vinte e quatro, são vinte anos. Porquê vinte anos? Porquê voltar atrás? Será que o presente não cativa o suficiente para querermos permanecer por aqui?
Quantas vezes pensei nesta frase e quantas vezes conclui: Não quero voltar atrás. Estou mais velha, é certo, como também é certo que a saúde não é a mesma, assim como não é menos certo que não consigo mais passar pela noite a ver um filme ou até a ler mas não quero, mesmo assim, voltar atrás. Perdi juventude, é certo, mas ganhei tanta coisa. Ganhei experiência. Hoje é difícil que algo me tire o sono, caio na cama como uma pedra. Ganhei paz. Antigamente revoltava-me um simples mexerico, afinal se eu não falava de ninguém porque teimavam em falar de mim, era o suficiente para não dormir. Ninguém para mim era o suficientemente importante para que eu, nas costas dela, cobardemente, andasse com ditos e mexericos. Porque elas, são elas normalmente que mexem e remexem, não …
Quantas vezes pensei nesta frase e quantas vezes conclui: Não quero voltar atrás. Estou mais velha, é certo, como também é certo que a saúde não é a mesma, assim como não é menos certo que não consigo mais passar pela noite a ver um filme ou até a ler mas não quero, mesmo assim, voltar atrás. Perdi juventude, é certo, mas ganhei tanta coisa. Ganhei experiência. Hoje é difícil que algo me tire o sono, caio na cama como uma pedra. Ganhei paz. Antigamente revoltava-me um simples mexerico, afinal se eu não falava de ninguém porque teimavam em falar de mim, era o suficiente para não dormir. Ninguém para mim era o suficientemente importante para que eu, nas costas dela, cobardemente, andasse com ditos e mexericos. Porque elas, são elas normalmente que mexem e remexem, não …