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Mensagens

Finalmente chegaram as Férias

Estarei rodeada pelos meus amores ( o Picasso é um deles)....






descansarei no campo....









e passarei alguns dias na praia




UF até que enfim. Chegaram as férias. Finalmente. Durante três semanitas estarei ausente, ausente mas pensando em todos aqueles que visitam este meu espaço. Mau mesmo vai ser a saudade que vou sentir dos vossos cantinhos. Cantinhos que não vão parar de crescer e que não poderei acompanhar. Cantinhos que visito diariamente à espera de encontrar, apenas, uma frase nova. Vou sentir a vossa falta. Vocês fazem parte de mim. Não é vicio, porque vício é algo negativo, que nos prejudica, que nos amarra e nos restringe. Pelo contrário, os vossos cantinhos trazem-me felicidade, satisfação, abrem-me horizontes, entusiasmam-me e animam-me. Ainda andarei por aqui dois ou três dias, não se admirem se vos visitar. Voltarei dia 24 de Agosto mas, sempre que tiver oportunidade, virei espreitar-vos, nem que seja por segundos.
Até lá. 

Brown Eyes

Hoje estou...

Possessa. É mesmo este o termo. Eu que não sou de extravasar os meus problemazinhos diários mas hoje não resisto.
Vocês conhecem um chefe que reparte o poder com outra pessoa?
Vocês conhecem um chefe que para decidir se compra papel higiénico vai perguntar a alguém?
Vocês conhecem um chefe que não consegue almoçar sozinho e se cola aos funcionários?
Vocês conhecem um chefe que quer votar e ser eleito para a lista da Comissão Paritária?
Vocês conhecem um chefe que depois de ser informado que o nome dele não podia constar da lista para a Comissão Paritária continua a querer votar?
Mary Brown - Dr. o Sr. não pode votar, nem pode constar da lista para a Comissão Paritária.
Chefe - Como não posso? Nesta lista está cá o meu nome.
Mary Brown - Dr. se está houve um engano.
Chefe - Se está é porque posso votar.
Mary Brown - Dr. parece impossível que o Sr. não saiba isso. Não andou em cursos sobre do SIADAP?
Chefe - Andei mas o SIADAP não tem nada a ver com isto.
Mary Brown - Não Dr.? O…

A droga da fama

Ao longo da minha vida fui tirando conclusões que vou comparando com os acontecimentos do dia a dia. Muito cedo descobri que ser famoso, ser conhecido, ou até mesmo ter a infelicidade de dar nas vistas, mesmo sem nada fazer para e por isso, era prejudicial, despertava inveja e esta, por sua vez, tecia as mais incríveis teias.
Todos, algum dia, foram vítimas de um boato. Todos descobrimos a dificuldade em o desfazer, em detectar a sua origem mas, todos, sabemos qual o seu objectivo: ceifar alguém. Porque surge ? Alguém está com medo, medo de que alguém, que considera superior, se o visse igual ou inferior não se sentiria barricado, lhe possa, de alguma maneira, fazer sombra. Como a frontalidade é apanágio apenas de alguns e porque, a maior parte das vezes, tudo não passa de imaginação, não se podendo interpelar ninguém com base nela, não havendo indícios de nada apenas inveja parte-se, de imediato, para o boato. Assim, tendo como culpado ninguém, porque é sempre alguém que ouviu dize…

Mudam-se os tempos, mudam-se os diários

Fazia quinze aninhos quando recebi, oferta de um amigo da família, um diário. Nunca tinha pensado em comprar nenhum, não me fascinavam. Andava seduzida com a leitura, devorava tudo o que me aparecia. Como prenda de anos, minha, de vez em quando apetece-me oferendar-me algo, recebi, de Camilo Castelo Branco, Amor de Perdição. Este livro era, naquela altura, leitura proibida. A minha tia quando descobriu o que andava a ler teve uma conversa com a minha mãe.
- A miúda não pode ler este livro. Não é para a idade dela.
- Porquê? Deixa-a lá ler o que quiser. Respondeu a minha mãe.
- Tia explique-me porque não posso ler esse livro?
- Porque não. Não tens idade para te dar mais explicações.
Ok. Fiquei esclarecida e claro que continuei a ler o livro. Não consegui saber, nunca, o que tinha o livro que fosse proibido. A morte? O Amor?Falava apenas de um grande amor, entre Simão Botelho e Teresa de Albuquerque, um grande amor nunca deveria ser censurado mas sim louvado, apesar de ser um amor entre fil…

Inerte pensando em ti

Não sei sobre o que me apetece escrever mas sei que já não suporto ver mais, ao cimo do meu blogue, aquela cara de dissimilado arrependido e, por isso, só por isso, decidi, com enorme dificuldade, continuo com aquela preguiça de fim de semana prolongado, deixar aqui uma mensagem, pequeníssima, sobre um tema interessante.
Tema interessante, bem, aqui surge um problema desmesurado, hoje, porque é quinta-feira, véspera de fim-de-semana, mais um alargado, no paraíso, nada mais tem interesse. Encontro-me completamente estacionada na semana à espera de acelerar na auto-estrada do fim da mesma, daqui a umas trinta e seis horitas.
Reclamar, também não me apetece, não é que não tivesse sobre o quê, bastava olhar para o lado, mas é esgotante e esgotada encontro-me eu. Encontro-me? Onde? Não consigo localizar-me e perdi o GPS.
Reivindicar? Não. Não adianta. Como não adianta, não sou mulher de atrasos, nem mesmo com suporte jurídico sustentável, eles galgam sempre normas, regulamentos e afins, e …

Ai Socrates Socrates

Queres assumir com frontalidade?
Com determinação?
Com responsabilidade?
Tens o ânimo reforçado para continuares a governar assumindo os teus valores e convicções?
Ai Sócrates Sócrates a que te referes afinal? Ainda me hás-de dizer que dicionário utilizas e onde vives tu.
Ai as eleições eram para o Parlamento Europeu? Não me digas! Não me digas que com tanto dinheiro gasto na campanha eleitoral ainda era preciso tu dares essa informação?
Ai Sócrates Sócrates desta nem o Magalhães te salvou. Bem, gostei foi daquela do cartão de cidadão:
"Mandei uma mensagem para o 3883(será este o número?) e fui informado do meu número de eleitor, da mesa de voto e do local."
Essa informação é que devia ter sido noticiada com antecedência não achas Sócrates?
Ou tu és o único que tirou o cartão?
Eu também o tirei e não sabia dessa facilidade. Mais uma a teu favor Sócrates. Olha que eu tenho boa memória.
Agora, para finalizar, quero agradecer-te, a falta de humildade que mais uma vez demonstr…

A Atlantida e o Triângulo

Platão, nas obras "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida, foi o primeiro a referir este paraíso perdido: Atlântida. Seria uma ilha de extrema riqueza vegetal e mineral. Foi destruída por um desastre natural, 9000 anos A.C. Dizem, as lendas, os mitos, que os habitantes deste continente ou ilha perdida eram mais evoluídos que os outros povos e, prevendo a destruição, emigraram para África, sendo os antigos egípcios descendentes dos atlantes. As histórias, sobre esta civilização, são muitas como muitas são as localizações atribuídas mas aquela que mais me fascina é, sem dúvida, o Triângulo das Bermudas. Além do encantamento são os desaparecimentos naquele lugar, de navios e aviões, inexplicáveis, que me levaram a aceitar esta, mais que outra, localização.
Este triângulo, conhecido também pelo Triângulo do Diabo, localiza-se no Oceano Atlântico entre as ilhas Bermudas, Porto Rico e Fort Lauderdale (Florida). Por lá dão-se desaparecimentos com explicações sobrenatur…