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Mensagens

O nome

Quando alguém nasce damos-lhe um nome. O que soa melhor, que está na moda, o nome de uma personagem, de um famoso ou de um antepassado.
O que influência essa escolha? Bem imaginamos que é o gosto, a moda da altura a influência de aluguem mas…Será? Ou será o destino?
Destino! Que é isso de destino? Não acredito nele. Não acredito? Então o que me leva a tomar determinadas atitudes que, reflectidamente, não tomaria? Que me leva a, de repente, mudar o meu rumo depois de uma decisão tomada? Eu que não sou influenciável?
O destino é uma sucessão inevitável, absurda, incontrolável e inexplicável (através do método científico) de acontecimentos. Destino, sorte, fatalismo ou maldição, seja lá o que for que nos aprisiona, que nos impulsiona, nos impele, coage, nos incita a tomar determinada orientação na nossa existência. Queremos ter o domínio total, o poder sobre as nossas vidas mas, nem sempre acontece, exemplo disso, talvez o mais flagrante, é a morte. A morte, a doença e a velhice, implacáv…

Blogues de Arrepiar

Obrigada Querida Amiga PI. O teu seria um dos blogs que premiaria mas alguém chegou antes. Tendo como base o que penso sobre "Blogs de Arrepiar", aqueles que me prendem a atenção e me fazem esperar ansiosa pela próxima mensagem, dos que eu conheço, não são muitos, e que tu não premiaste, premiarei quatro apenas.
Ficaram de fora as Gatas em Telhado de Zinco Quente, premiada por ti, e tu Sou Senhora de Mim. Penso ter cumprido todas as regras, menos o número de blogs, e não me ter esquecido de ninguém. Quero apenas acrescentar que dou mais valor à qualidade que à quantidade das mensagens publicadas, daí ter escolhido quem escolhi.
Aqui ficam as regras:
1 - Reencaminhar este prémio a 10 blogues;
2 - Exiba a imagem do prémio;
3 - Poste o link do blog que o premiou;
4 - Indique 10 blogs para fazerem parte do “Este blog é tão bom que até arrepia”;
5 - Avise os indicados;
6 - Publique as regras.

Blogs Premiados:
Pra além da linha vermelha
Quest for the sublime...lyric
Á sombra das pal…

Maddie

Neste blog não era minha intenção fazer comentários a assuntos banais, noticiados na imprensa mas, nem sempre, consigo resistir, principalmente quando os mesmos ganham importância e, podemos através dos deles, fazer uma análise profunda da sociedade em que vivemos.
Ontem, 13 de Abril, a TVI exibiu um documentário, se é que se pode chamar assim, sobre o caso Madeleine McCann. O inspector responsável pelo caso, Gonçalo Amaral, com uma experiência de 27 anos, explica a versão que lhe ocasionou a demissão, sobre um suposto rapto.
Recordo, ainda, como se fosse hoje, o dia em que, pela primeira vez, foi dada a notícia e, sinceramente, a mãe, Kate, não conseguiu, no apelo que fez através pelos meios audiovisuais, comover-me. Para mim, e para todos aqueles que vêem para além do que lhes é dito, para quem ouvia mas se prendia observando aquele rosto, ela escondia algo. Não sabia o quê, não sabia o que tinha acontecido àquela criança mas a história era inventada. Isso qualquer mortal conseguia di…

Ensinar Aprendendo

Nunca dei muito valor às coisas grandes, não sei bem porquê, mas sempre foram os pequenos presentes, as pequenas surpresas que me encheram de felicidade. A lembrança e a surpresa levam-me ao rubro. Os pequeninos nadas são aqueles que me fazem pôr alguém num pedestal, que fazem daquele dia “inesquecível”.
Uma oferta caríssima feita numa data assinalada, não me diz grande coisa. Muitas vezes estes presentes são feitos por obrigação. Odeio obrigações e, para mim, não passam disso.
Ultimamente, a vida tem-me presenteado muito, manifestações de carinho, de amizade, que, só por elas, valem a pena. O reconhecimento do nosso valor, da importância que temos na amenização dos problemas do dia a dia, levanta a nossa auto-estima, por mais alta que a tenhamos. O objectivo da nossa vida aqui, entenda-se mundo, não é a guerra mas o amor. Se em vez de atacarmos defendermos estaremos, de certo, a facilitar a nossa e a vida dos outros.
A idade, essa que tanto tememos, tem um lado positivo, tendo sempre…

Pensei.....

Pensei, imensas vezes, que finalmente tinha alguém que me amava, alguém que me dava valor mas, o tempo, esse mesmo que tudo modifica, demonstrou-me que tinhas sumido. Desde que surgiste que, nunca mais te larguei. Tinha um medo horrível de te perder. Ouvi falar da morte súbita, amava-te demais para te ver partir. Aquela moça que dormia que nem uma pedra, passou a acordar com o teu respirar. Era a meu lado que te deitava e tu, mal te sentias sozinho, acordavas a chorar. Eu não podia viver sem ti e tu mal vivias sem mim.
Mas, um dia, roubaram-te.
Lembras-te que me dizias que tinhas medo que os extraterrestres te levassem enquanto dormias? Por isso, querias a luz acesa ou dormir comigo. Seriam eles que te afastaram de mim?
A pouco e pouco foste fugindo e eu fui-me perdendo, sem o teu carinho não sabia viver. Começaste a ter vergonha de me amar. Afinal, os homens não andam atrelados às mães, são motivo de chacota e, eu, habituada a viver para ti, deixei de saber como agir.
Partiste desprez…

JUST A WOMAN

Sou apenas uma mulher feliz, que luta contra o tempo. Uma mulher que ama a vida, que ama a beleza. Aquela beleza inata, sem bisturis nem subterfúgios. Uma mulher que não teme a vida nem a verdade. Uma mulher que se lê diariamente, uma mulher que vive em paz.
Sou apenas uma mulher amada, que luta contra o tempo. Uma mulher que ama o seu espaço, que ama a sua vida. Uma vida real e diferente, sem bisturis nem subterfúgios. Uma mulher que não teme a opinião. Uma mulher que sabe que nada sabe, uma mulher que vive para compreender.
Sou apenas uma mulher, que luta contra o tempo. Uma mulher que ama a simplicidade, que ama a naturalidade. Uma naturalidade pura, sem bisturis nem subterfúgios. Uma mulher que não teme Ser. Uma mulher que É, que vive para Ser.
Brown Eyes

Indignada

Fiquei consternada, chocada, desolada, indignada. Aquela mãe, María del Saliente A.M , com problemas na fala, chorava como uma Madalena, encaixilhada no meu ecrã de televisão.
As notícias já não nos provocam nem admiração nem atenção, penso ser geral este sentimento, mas aquela tinha todos os atributos para nos mumificar ao solo.
Estupefacta ouvi aquela mãe contar a história que a podia levar à prisão, durante 45 dias, e a retirarem-lhe um dos filhos durante um ano. Afinal o seu mais novo, 10 anos de idade, segundo os professores com atitudes violentas, tinha-lhe certo dia atirado com um sapato à cara e, seguidamente, fechou-se na casa de banho só porque a mãe, preocupada, lhe tinha mandado fazer os deveres da escola. Há muito que ele não cumpria esta tarefa.
Após alguma insistência o menino resolveu abrir a porta da casa de banho e, claro, a mãe deu-lhe uma bofetada. Quem não o faria?
Aquela mãe além de ter tido o azar de ter um filho que não a respeitava teve, ainda, o de o ter marc…